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Saiba mais sobre os produtos Storge

Ventilação ON/OFF é desperdício de energia? Entenda o impacto do controle de velocidade em sistemas HVAC

Ventilação ON/OFF é desperdício de energia? Ventilador não é lâmpada. Sistemas liga/desliga podem parecer simples, mas tecnicamente estão entre as formas menos eficientes de operar ventilação. Muitos projetos ainda utilizam lógica ON/OFF por facilidade de implementação. No entanto, essa abordagem ignora princípios fundamentais das leis de afinidade dos ventiladores e pode resultar em consumo energético desnecessário. As leis de afinidade dos ventiladores e o consumo de energia As leis de afinidade mostram como a rotação influencia diretamente o desempenho do sistema: Vazão ∝ rotação Pressão ∝ rotação² Potência ∝ rotação³ Na prática, isso significa que a potência elétrica varia com o cubo da rotação. Pequenas reduções de velocidade podem gerar grandes reduções no consumo energético. Reduzir rotação não é detalhe técnico. É estratégia de eficiência energética aplicada ao projeto HVAC. Exemplo prático: como a redução de rotação impacta o consumo Considere uma redução de 20% na rotação do ventilador: (0,8)³ = 0,512 O resultado é aproximadamente 50% menos consumo de energia. Esse comportamento demonstra por que operar continuamente em 100% da capacidade nem sempre é a decisão mais eficiente do ponto de vista técnico e operacional. Operação sob demanda e ventilação inteligente Em aplicações como garagens, a vazão máxima raramente

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Storge na FEBRAVA 2025

Fique por dentro dos highlights da nossa participação no maior evento de AVACR da América Latina Resumo: Na FEBRAVA 2025, apresentamos nosso portfólio completo de ventilação, automação e controle (HVAC/AVACR), celebramos a parceria com a Blauberg (Blauberg Brazil) e reforçamos um compromisso que nos acompanha desde o início: criar soluções plug and play que simplificam a vida do instalador e elevam a performance dos sistemas de ventilação. De instaladora a indústria: a virada que moldou nosso DNA A Storge nasceu há 6 anos atuando como projetista e instaladora de HVAC, com foco em ventilação. Essa vivência de campo mostrou, na prática, onde os projetos travavam e como a automação podia destravar desempenho e confiabilidade. Há cerca de 2 anos e meio, demos a virada: deixamos de instalar para fabricar. Passamos a desenvolver e produzir equipamentos de automação e ventilação, muitas vezes combinando os dois para entregar soluções completas, simples de instalar e fáceis de parametrizar — plug and play de verdade. Caso real que virou produto: controle inteligente para garagens Nossa trajetória em automação começou num teste de fogo. Uma construtora de alto padrão, em Curitiba, tinha umidade e mofo na garagem às vésperas da entrega. Em duas semanas, projetamos

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Como testar as bobinas de um ventilador com motor AC

Seu ventilador parou de girar, aquece demais ou faz barulhos estranhos? Na maioria dos casos o defeito está nas bobinas do motor AC. Neste passo a passo você descobre como testar bobinas de ventilador usando apenas um multímetro (e, se possível, um megôhmetro) para decidir se basta trocar o capacitor ou se será necessário rebobinar o estator. Avisos de segurança essenciais Desligue o aparelho da tomada e confirme ausência de tensão com o multímetro. Descarregue o capacitor tocando seus terminais com uma chave isolada por alguns segundos. Use óculos, luvas de baixa tensão e mantenha o local seco. Fotografe a posição de cada fio antes de desconectar qualquer coisa. Ferramentas necessárias Multímetro digital com funções de continuidade (bip) e resistência em até ~2 kΩ. Megôhmetro de 500 V DC (ou função de teste de isolamento do multímetro) para checar fuga para carcaça. Alicate amperímetro true-RMS para validar a corrente depois do reparo. Capacitor de substituição com o mesmo valor (µF) e tensão AC do original. Passo a passo para testar as bobinas Identifique os fios: a maioria dos ventiladores domésticos tem três condutores: Teste de continuidade Medição de resistência Teste de isolamento para carcaça Inspeção visual e olfativa Teste funcional

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Como o CO₂ afeta produtividade e saúde nos escritórios – e como monitorar

As pessoas respiram ~90% do tempo em ambientes internos; em escritórios com ventilação limitada, o CO₂ sobe rápido e serve como indicador de taxa de ventilação por ocupante. Estudos controlados em câmaras tipo escritório observaram queda significativa de desempenho em escalas de tomada de decisão quando o CO₂ subiu de ~600 para 1.000 ppm e quedas ainda maiores a 2.500 ppm (Satish et al.; Environmental Health Perspectives). Em ambientes de trabalho reais, pesquisa multicêntrica liderada por Harvard mostrou que aumentos de CO₂ (usado como proxy de ventilação) e partículas finas foram associados a respostas mais lentas e menor precisão em testes cognitivos de trabalhadores de escritório em seis países. Efeitos ocorreram em faixas comuns de ocupação diária. Outro estudo (COGfx) relacionou desempenho cognitivo superior a condições “Green+” com ventilação ampliada e menores cargas de poluentes, destacando a importância de controlar CO₂ e contaminantes em conjunto. E quais números usar? Historicamente, ~700 ppm acima do ar externo (~1.000–1.200 ppm indoors típicos) indicam ventilação suficiente para diluir odores humanos; esse marcador veio de interpretações técnicas ligadas à ASHRAE. Mas CO₂ não representa todos os poluentes — é um indicador, não a história completa — alerta reforçado pelos documentos de posição da ASHRAE.

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Controle P, PI e PID em ventilação: por que isso importa no HVAC

Manter pressão, temperatura, vazão e qualidade do ar nos valores de projeto é essencial para conforto, segurança e eficiência energética em sistemas de ventilação. Para isso usamos controladores eletrônicos que ajustam ventiladores e outros atuadores em tempo real com base em medições do ambiente. Em uma malha fechada, a variável de processo (PV) é medida e comparada ao setpoint (SP); a diferença gera o erro (e = SP − PV). O controlador transforma esse erro em uma saída (MV) — por exemplo, velocidade do ventilador — aplicada por um atuador ao processo físico. Sensores de pressão, temperatura ou CO₂ alimentam continuamente o ajuste. As ações de controle formam a base: P reage proporcionalmente ao erro atual; I soma o erro ao longo do tempo e elimina offset; D responde à taxa de variação do erro, antecipando mudanças rápidas. Quando combinamos ações surgem estratégias muito usadas no HVAC: PI (Proporcional + Integral) oferece resposta estável e elimina erro em regime permanente, sendo fácil de aplicar na maioria dos processos; limitação: pior desempenho frente a perturbações instantâneas. PID acrescenta a ação Derivativa para resposta mais rápida e estável, porém exige sintonia cuidadosa e é mais sensível a ruído. Aplicações práticas: pressurização de

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Desmistificando o Fator K: a constante que conecta pressão e vazão em ventiladores

Projetos HVAC precisam garantir a vazão de ar mesmo quando portas se abrem, janelas mudam de posição ou filtros começam a saturar. Para lidar com essas variáveis, muitos sistemas adotam o fator K – uma constante que converte a diferença de pressão estática (ΔP) medida no bocal do ventilador na vazão real (Q) do equipamento. Q (m³/h) = K × √ΔP (Pa) Fisicamente, K reúne em um único número as correções de densidade do ar, seção de passagem e perdas internas do sistema, permitindo um cálculo rápido e de baixa complexidade. Exemplo prático Na caixa de ventilação STG-VBQ 310 EC, o controlador STG-CPD foi configurado com K = 96. Lendo ΔP = 330 Pa a 50 % de velocidade, obtém-se Q ≈ 1740 m³/h. Se o set-point for 1500 m³/h, o controlador acelera suavemente o motor até atingir a meta, corrigindo automaticamente quedas de vazão provocadas por filtros G4 saturados ou variações na rede de dutos. Por que usar o fator K? Comissionamento simples: um transmissor de pressão substitui medidores volumétricos caros. Operação adaptativa: o sistema mantém a vazão mesmo com perda de carga crescente. Redução de custos: controle preciso evita superdimensionamento e picos de corrente graças à rampa de

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Frequência da rede e rotação do ventilador: entendendo a relação em motores AC

Em sistemas de ventilação, a rotação do ventilador é um fator determinante para a vazão de ar e a pressão estática gerada. Para ventiladores acionados por motores de corrente alternada (AC), existe uma relação intrínseca e fundamental entre a frequência da rede elétrica e a velocidade de rotação do motor. Compreender essa relação é crucial para o correto dimensionamento, operação e otimização de sistemas de ventilação. Neste artigo, vamos explorar como a frequência da rede elétrica influencia a rotação de um motor AC e, consequentemente, o desempenho de um ventilador, além de discutir as implicações para a eficiência e o controle. Os motores de indução AC, amplamente utilizados em aplicações de ventilação, operam com base no princípio do campo magnético girante. Quando uma corrente alternada trifásica é aplicada aos enrolamentos do estator, ela cria um campo magnético que gira a uma velocidade constante, conhecida como velocidade síncrona (Ns). 1. A fórmula da velocidade síncrona A velocidade síncrona é diretamente proporcional à frequência da rede elétrica (f) e inversamente proporcional ao número de polos (P) do motor. A relação é dada pela fórmula: Ns = (120 * f) / P Onde: Ns = Velocidade síncrona em rotações por minuto (RPM) f

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Selo de qualidade do ar interno 2025: o que é e como conquistar

Por que falar sobre o selo de qualidade do ar interno 2025? Lançado pela ABRAVA em parceria com a Brasindoor e a NSF, o Selo de Qualidade do Ar Interno 2025 tornou-se a referência nacional para comprovar que um edifício mantém parâmetros rígidos de saúde ambiental, reforçando segurança, produtividade e valor de marca. Quem assina a certificação? ABRAVA – coordenação técnica e auditorias de campo. Brasindoor – diretrizes microbiológicas. NSF – verificação metodológica e emissão do certificado. Critérios técnicos e normas aplicáveis Os principais limites exigidos pelo Selo de Qualidade do Ar Interno 2025 são: Dióxido de carbono (CO₂) – máximo de 700 ppm acima da concentração externa, conforme a NBR 17037:2024, valor mais rigoroso que o antigo limite de 1000 ppm da RE 09. Fungos viáveis – até 750 UFC/m³, com relação interno/externo (I/E) inferior a 1,5, em linha com a RE 09 e a Portaria 3523/1998. Material particulado inalável (PM₁₀) – concentração inferior a 80 µg/m³, seguindo a NBR 16401-3, que também exige filtros classificados como ISO ePM₁₀. Temperatura do ar – deve permanecer entre 21 °C e 26 °C, de acordo com a NBR 17037, contemplando faixas de inverno e verão. Umidade relativa – deve ficar entre

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Por que monitorar a qualidade do ar interno?

Ar “limpo” nem sempre é visível. Concentrações elevadas de CO₂, material particulado (PM₂.₅/PM₁₀) e compostos orgânicos voláteis (VOCs) afetam produtividade, conforto térmico e saúde respiratória, especialmente em locais com muita circulação de pessoas ou climatização artificial  Principais sinais de ar poluído no dia a dia Cansaço, dor de cabeça ou sonolência recorrentes durante longas permanências no ambiente Odores persistentes, mesmo após limpeza Janelas embaçadas ou mofo em cantos e dutos Equipamentos eletrônicos e mobiliário com poeira fina que retorna logo após a limpeza Se ao menos dois desses sinais aparecem regularmente, vale medir parâmetros objetivos. Indicadores técnicos e padrões regulatórios Valores acima indicam ventilação insuficiente, filtragem ineficaz ou fontes de poluentes internas. Métodos de medição confiáveis Sensores portáteis de CO₂ e partículas — indicam rapidamente “picos” de poluição. Estações fixas com registro em nuvem — ideais para escolas, hospitais e indústrias. Sistemas integrados de automação: Controlador STG-02 — monitora CO/CO₂, temperatura e umidade, aciona ventiladores automaticamente. STG-02-MULTI — integra sensores de temperatura, umidade, CO₂, VOCs e PM, permitindo ajuste remoto via IoT. Soluções da storge engenharia para ambientes saudáveis A Storge desenvolve e fabrica equipamentos para movimentação e tratamento do ar integrados a controladores próprios (linha STG) e ventiladores eletrônicos

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